Os marqueteiros são quase unânimes em afirmar que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, é uma candidata de peso. Não por ser a preferida de Lula. Mas, segundo os especialistas, faltamlhe carisma, jogo de cintura e algum tipo de apelo popular - mesmo sendo, pelo menos por enquanto, a menina dos olhos de Lula.
Mas a Dilma que esteve em BH para o 25º Congresso dos Municípios esbanjou simpatia e ao melhor estilo candidato-em-campanha circulou sorridente em meio aos estandes do Expominas. Posou sorridentes para fotos, ganhou lembrancinhas e distribuiu afagos. Em nada lembrava a sargentona de outros tempos.
Até aí, tudo bem. Depende mais da Dilma do que de outras circunstâncias.
Mas há alguns dias, a "mãe do PAC" foi capa da revista "Caras" que estampou em suas páginas o casamento da filha dela, Paula, em Porto Alegre. Cerimônia que contou com a presença do casal presidencial.
Será uma espécie de tentativa de aproximação do Grupo Abril - co-editor da publicação das celebridades - ou o fato mereceu tratamento jornalístico e de celebridades?
Mas enquanto Lula vai incensando Dilma, o bochicho em Brasília é que Lula teria um Plano B. E de sua equipe. É o ministro da Educação, Fernando Haddad. Que vem fazendo um bom serviço, além de se manter longe dos escândalos. Dias desses, Haddad revelou que não tem, nunca teve e nem quer usar o tal cartão corporativo.
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