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"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." Cláudio Abra...

sábado, 17 de maio de 2008

Ainda não entendi


Há alguns dias postei a notícia que segue. Continua valendo, juntamente com os comentários, e com um adendo:

Sei que meu blog não é nenhum campeão de audiência. Por enquanto. Por isso deve ter passado despercebido, logo os assessores de Comunicação do governo Aécio Neves, tão ciosos em preservar sua imagem e esclarecer dúvidas.

Continuo insistindo na mesma tecla e aviso: estou apurando material para averiguar como e porque os professores ganham tão mal.
Aguarde!



Comissão da Câmara aprova piso de R$ 950 para professores do ensino básico
A
Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou hoje (7), em caráter terminativo, projeto de lei que fixa em R$ 950 o piso salarial nacional para professores da rede pública de ensino. O valor deverá ser pago para professores do ensino básico com carga horária de 40 horas semanais. O projeto deverá seguir agora à apreciação do Senado Federal. Ele só será votado pelo Plenário da Câmara caso seja apresentado requerimento com as assinaturas de no mínimo 52 deputados para esse fim. Pela proposta, o piso salarial nacional será implantado em todo o país de forma gradual até 2010. De acordo com o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), autor de emenda que inclui os inativos no piso salarial, terão direito a esse piso professores que têm formação de nível médio e lecionam para alunos até a oitava série. Segundo Flávio Dino, pela sua emenda, que foi aprovada pela CCJ, os professores inativos que ingressaram na rede pública até 2003 também terão direito a receber o piso de R$ 950, no caso dos professores estarem vinculados a regime próprio de previdência.


Em Minas, o governo alardeou que cumpria tal determinação. Depois voltou atrás. Ninguém consegue explicar direito o contracheque de um professor público estadual.

Se os R$ 950 são um piso, o restante dos benefícios (pó-de-giz, biênios, quinquênios e outras vantagens constitucionais) vão incidir sobre este valor?

Mas o tal benefício do governo mineiro, parece que foi retirado, ninguém sabe, ninguém viu.

Com a palavra, a Secretaria de Educação.

Terei prazer em publicar tudo o que me for enviado.

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